Thiago Andreuccetti
Um sonho: trabalhar no Cirque du Soleil. Este é um acervo digital da trajetória do ator Thiago Andreuccetti, com seus “Palhaço Meia Légua”, "Palhaço Santiago" e, sonho realizado, "Clown Tito" do Cirque du Soleil em "Amaluña". Aqui estão trabalhos, fotos, filmes, prêmios, reportagens, comentários, indicações etc., de seus mais de 20 anos de estrada e graças ao talento do ator, sua volta ao Cirque du Soleil em "Alegria", como "Clown Gomino". Gratidão aos envolvidos. MERDA!
domingo, 28 de junho de 2026
Adiós, Valencia!
Gracias, compañero!
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Brasileiros do circo em Curitiba-PR
Reportagem sobre a chegada do Cirque Du Soleil, em Curitiba, Paraná.
Por, Carol Maltaca.
Uma palhinha da entrevista:
Em entrevista ao Bem Paraná, a cantora carioca Cássia Raquel e o palhaço paulista Thiago Andreuccetti falaram sobre as expectativas para a apresentação no estado. Apesar de ser a primeira vez que se apresentam com oCirque du Soleil em Curitiba, ambos já conhecem a cidade por conta de outros trabalhos.
Além de Curitiba, a turnê também passará por São Paulo. Questionados sobre a sensação de poder se apresentar em solo brasileiro, para um público que “fala a mesma língua”, os artistas expressaram grande entusiasmo. Para Thiago, a experiência representa a realização de um sonho.
Ele conta que o Cirque du Soleil foi uma referência que moldou seu caminho profissional desde meados de 1998, inspirando-o a explorar o teatro físico e a mímica. Para o artista, se apresentar em sua terra natal com uma companhia que sempre admirou é como ter “zerado a vida”.
“A Europa é muito legal, mas nada como o Brasil. Poder ouvir o retorno da plateia em português, poder soltar uma piada que tenha a ver com a nossa cultura e ver as pessoas se identificando com isso…”, explica.
“Aqui na Europa, eu uso várias palavras em português, como estrupício, mequetrefe, mané e é muito legal quando eu solto um estrupício e, às vezes, na tenda com dois mil lugares, eu consigo ouvir uma risada. Eu falo: ali, ó… um brasileiro. Claro que no Brasil vai ter um outro gosto e será ainda mais especial”, conta.
“Em circos tradicionais a mesma pessoa faz vários números. Aqui, ela tem uma coreografia específica”, explica. “São mais de 50 artistas no palco fazendo coisas inimagináveis. São nacionalidades diferentes, talentos diferentes. É uma profusão de emoções: você vai rir, se espantar, ficar com medo. Você vai torcer para o trapezista cair, mas, no fim das contas, vai festejar que ele não caiu”, garante Thiago.
Quer ler na íntegra?
Acesse o link: Cirque Du Soleil - Curitiba
segunda-feira, 15 de junho de 2026
E na Av. Paulista...
A amiga Tetê Ribeiro, passando pela Paulista, uma das avenidas mais importantes de São Paulo, ficou emocionada ao ver a chamada da chegada do Cirque Du Soleil na cidade, em agosto próximo. É um vídeo de vários atores da trupe e dentre elas, nosso palhaço Thiago Andreuccetti.
Vejam:
Se vc passar por lá, dá um alô pra gente. Tá muito legal.
terça-feira, 9 de junho de 2026
Carinhos recebidos
Como é bom saber que nosso trabalho está agradando ao público, não acham?
domingo, 7 de junho de 2026
Reportagem da FolhaPress
Entrevista concedida pelo nosso ator/palhaço Thiago Andreuccetti, nos palcos da vida há mais de 20 anos, à FolheaPress.
- SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A morte de um rei leva um reino distante à disputa. De um lado, um bobo da corte cobiça o trono junto de aristocratas egoístas. Do outro, jovens militantes se juntam para enfrentar o conservadorismo.
Esse duelo entre o velho e o novo não é inédito. O Cirque du Soleil concebeu “Alegría” ao celebrar dez anos, em 1994, e fez do título um sucesso, com números mirabolantes que firmaram o estilo do grupo e uma música-tema que chegou até o Grammy.
Em agosto, o espetáculo retorna a São Paulo com uma versão repaginada, dois anos depois de “Crystal”, primeiro musical no gelo da companhia, vir ao Brasil. O exagero barroco dá lugar a figurinos leves, batidas eletrônicas e projeções modernas que alimentam um cenário interativo.
O projeto revê o show clássico e, apesar de ingressos de até R$ 1.475, busca proximidade com todos os setores da tenda. É o que diz o palhaço Thiago Andreuccetti, um dos sete brasileiros da produção. Em cena, o paulista e um parceiro contextualizam o embate e aliviam a tensão de coreografias perigosas.
No processo, brigam, fazem as pazes e dividem piadas com a sua amizade imperfeita. “A inspiração vem das emoções humanas”, afirma o artista, que dedicou anos ao teatro antes de se juntar à trupe.
“O público se aproxima por causa das fraquezas. O palhaço é quem fracassa, tropeça e não está apto a certas conquistas. Como os números são de tirar o fôlego, elevam os humanos a um estado divino, é natural que as pessoas se identifiquem com esses tontos.”
Apesar da narrativa consagrada, são os saltos dos trapezistas, giros velozes em bambolês, corpos de elasticidade inimaginável, bastões flamejantes e faixas que levantam dançarinos que se destacam em “Alegría”.
Encenações do tipo estão no cerne da iniciativa canadense há mais de quatro décadas, quando a criação do Cirque bebeu da onda de megashows e se propôs a rever o picadeiro como um pilar do entretenimento.
Hoje, há figuras do mundo todo entre os responsáveis pelas apresentações musicais as de “Alegría”, inclusive, usam uma banda ao vivo, pelo “Cirquish”, dialeto especial que costura idiomas diferentes e palavras inventadas, e pelas acrobacias que impressionam milhares de espectadores.
Dessa vez, as últimas ocupam uma enorme coroa de espinhos, onde o trono abandonado permanece no topo e vários trampolins se escondem sob o chão. O cenário e as danças, aliás, se adaptam conforme os confrontos entre a juventude e a corte.
Em dado momento, por exemplo, aristocratas se apoiam em lanças compridas e sobem nos ombros uns dos outros. A precisão dos movimentos, a rigidez das armas e a altura que alcançam transmitem o poder que a aristocracia almeja.
Mais tarde, porém, uma cama elástica em forma de cruz situa uma batalha de cambalhotas, em que revoltosos superam tiranos e traduzem a energia pulsante das ruas. A partir daí, a trama intercala lutas coletivas e duelos com representantes de cada exército.
Entre os mais famosos estão os que reúnem duas cantoras, diferenciadas por roupas brancas e pretas. O canto conjunto atravessa as brigas e sugere um possível equilíbrio. No papel da segunda, mulher resiliente que representa o povo, Cássia Raquel defende a atmosfera lúdica como estratégia para encantar crianças.
“Em tempos de inteligência artificial, nada substitui os suspiros e os sustos que surgem diante desses feitos inimagináveis. A relação com as artes é uma herança que os pais deixam para os seus filhos.”
A cantora carioca compara os esforços físicos exigidos aos do atletismo e põe a brasilidade entre os aspectos que a diferenciam das atrizes de outras temporadas.
O espetáculo de que participa, inclusive, marca vinte anos desde a primeira vez que o circo veio ao Brasil. A estreia por aqui aconteceu com “Saltimbanco”, que explora as complexidades urbanas, e “Alegría – Um Novo Dia” é hoje a nona atração em solo nacional.
Seja pelo entusiasmo da plateia, seja pela perseverança dos profissionais brasileiros, Raquel diz que a companhia tem visto o país com cada vez mais seriedade. Essa mistura de nações e expressões artísticas, explicam ela e Andreuccetti, recupera o circo enquanto espaço popular e democrático.
“É um espaço aberto a qualquer corpo, cultura e identidade. Quando comecei no teatro musical, em 2010, 90% das notícias falavam de minha negritude. Dava para contar no dedo pessoas como eu”, adiciona a artista.
“Hoje, na era das informações, as pessoas veem que esse espaço é para todos. O brilho no olhar das meninas que se identificam comigo é diferente de tudo que já vi.”
ALEGRÍA, UM NOVO DIA – SÃO PAULO
– Quando Estreia em 20 de agosto; Qua. e qui, às 20h; Sex. e sáb., às 16h e às 20h; Dom., às 15h e às 19h; Até 8 de novembro
– Onde Parque Villa-Lobos- av. Queiroz Filho, 1.315 (Bolsão B), São Paulo
– Preço A partir de R$ 480, em eventim.com.br
– Classificação Livre
– Elenco Cássia Raquel, Thiago Andreuccetti e Alexandre Atta
– Direção Jean-Guy Legault
ALEGRÍA, UM NOVO DIA – CURITIBA
– Quando Estreia em 19 de novembro; Qua. e qui, às 21h; Sex. e sáb., às 16h e às 20h; Dom., às 15h e às 19h; Até 13 de dezembro
– Onde Expotrade – rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10.454, Paraná.
– Preço A partir de R$ 480, em eventim.com.br
– Classificação Livre
– Elenco Cássia Raquel, Thiago Andreuccetti e Alexandre Atta
– Direção Jean-Guy Legault
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Alô, Valência! O circo chegou!
domingo, 10 de maio de 2026
Hola, Valencia!
Adeus, Düsseldorf
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Folga e aniversário
Hoje o palhaço está de folga e foi curtir seu aniversário em Amsterdã.
Descanso merecido e preparação para a última semana do espetáculo Alegria em Düsseldorf, Alemanha.
Próxima parada do Cirque du Soleil - Alegria - Valência, Espanha.
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Brasileiros fazem o show.
sexta-feira, 27 de março de 2026
E segue o espetáculo
quinta-feira, 26 de março de 2026
terça-feira, 24 de março de 2026
Alô Düsseldorf - O circo chegou!
E, após uma breve passada pelo Brasil, para matar a saudade, nosso palhaço está de volta à Alemanha, desta vez em Düsseldorf.



















































