17/07/2014 12h16 - Atualizado em 17/07/2014
12h17
'A
Condessa e o Bandoleiro' traz obra de Móric Jókai para o Nordeste
Espetáculo gratuito estreia no Parque da Água Branca, em
São Paulo
O elenco do
espetáculo representa no meio do Parque da Água Branca (Foto: Divulgação)
Livre
adaptação da obra homônima do húngaro Móric Jókai, “A Condessa e o Bandoleiro” é um espetáculo voltado para todos os
públicos e que aposta na democratização do teatro. Unindo dramaturgia, dança e
músicas típicas do Nordeste, a montagem estreia no Parque da Água Branca, em
São Paulo, no dia 19 de julho.
Na
trama, uma condessa entediada com a vida e a nobreza decide sair de sua vida
tediosa e atravessar uma floresta em direção a um baile. No caminho, ela e seus
acompanhantes precisam passar a noite em uma taberna, onde conhecem o perigoso
bandoleiro Zé Facada, que mudará suas vidas e a visão que têm de si mesmos e do
mundo.
Saiba dias e
horários dos espetáculos
Com direção de Fernando Escrich, o espetáculo preserva o humor e a leveza do texto durante a encenação, e aposta no uso de recursos cenográficos e na música para contar a história. As composições originais são executadas ao vivo pelos atores Eloisa Elena, Thiago Andreuccetti, Fabio Ferretti, Alexandre Maldonado e Victor Merseguel. A ideia da produção foi criar um espetáculo de linguagem e tema acessíveis, democráticos e instigantes, que pudessem ser apresentados tanto nas ruas como nos palcos.
Com direção de Fernando Escrich, o espetáculo preserva o humor e a leveza do texto durante a encenação, e aposta no uso de recursos cenográficos e na música para contar a história. As composições originais são executadas ao vivo pelos atores Eloisa Elena, Thiago Andreuccetti, Fabio Ferretti, Alexandre Maldonado e Victor Merseguel. A ideia da produção foi criar um espetáculo de linguagem e tema acessíveis, democráticos e instigantes, que pudessem ser apresentados tanto nas ruas como nos palcos.
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É um espetáculo que não dá pra classificar, é pra todo mundo. O teatro é assim.
Não é infantil, nem adulto. É teatro. E a ideia de torná-lo popular e acessível
tem a ver com um resgate da função social do ator – concluiu Fernando Escrich.
Fonte: http://redeglobo.globo.com/globoteatro/noticia/2014/07/condessa-e-o-bandoleiro-traz-obra-de-moric-jokai-para-o-nordeste.html

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